Dia desses após sair do trabalho eu e meu marido andávamos de carro quando observei uma cena no gramado do canteiro central. Um homem aparentemente morador de rua e um vira-latas que corria, brincada e se divertia com o “amigo”. Logo mais a frente, na pista de caminhada vi uma mulher com um cachorro menor na coleira, que não parava de olhar para ela. Parei e pensei: acho que nós deveríamos tratar as pessoas como os cachorros tratam.

Ao voltar para casa me deparei com a minha cachorra Puppy – uma labradora com a mesma cara do Marley* porém bem menos arteira, que me recebeu com muita, mas muita alegria. Voltei a lembrar das duas cenas, e de muitas outras que já presenciei com cachorrinhos e seus donos, e o pensamento voltou à minha mente: eu deveria amar as pessoas como os cachorros amam.

Não importa com que humor eu acordo, quais problemas enfrento no trabalho, quais tristezas eu presencio ou quanto dinheiro eu ganhei naquele dia, minha cachorra está sempre me recebendo da mesma forma. Não importa quantos quilos eu peso, se engordei ou emagreci, se sou bonita ou não, ela vem e oferece seu carinho da mesma maneira. Não faz diferença se estou bem vestida ou não, ela deseja minha atenção e meu amor como da primeira vez que veio morar em casa. E outra coisa, ela sente a minha falta.

Creio que é dessa maneira que deveríamos tratar o nosso próximo, independente da aparência. É clichê, mas é real! Afinal, não foi isso que Jesus nos disse em João 13:34? A palavra nos traz um novo mandamento, que é de amarmos uns aos outros. Poderíamos aprender um pouco mais, colocar isso em prática e amar as pessoas como os cachorros.

Deus os abençoe!

*Marley é o labrador personagem do livro que virou filme “Marley & Eu”.

Samuel & Débora Costa
Palestrantes, Colaboradores e Treinadores da UDF.
www.samueledebora.com

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